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Java docker

Como rodar uma aplicação java com o docker

Fala galera, beleza?

Depois de um longo tempo  me dedicando a outros projetos, estou me reorganizando com o intuito de voltar a escrever para o blog.

Começarei contando uma historinha… Sabe aquela velha frase “Na minha máquina esta aplicação roda”? Pois é, quem nunca passou por isso? Cansei das vezes em que precisei analisar o porquê de um sistema não subir em outro ambiente e, no final, o problema era uma simples configuração.

No post de hoje, vamos aprender a rodar uma aplicação Java em um container Docker. Para isso, vou utilizar a app desenvolvida no post sobre Integração contínua com Travis e Heroku.

Se você ainda não sabe o que é o Docker, dá uma espiada no post O que é o docker?.

Docker

Se você realmente leu o post O que é o docker?, já entendeu que trata-se de uma tecnologia de código aberto, que permite manipular aplicações dentro de containers. Isso possibilita empacotar o nosso software dentro de uma unidade, contendo todo o necessário para a sua execução. Desse modo, conseguimos rodar esse container em qualquer lugar em que  o docker esteja instalado.

Portanto, chega de dar desculpas. Com o Docker, podemos implantar aplicações rapidamente, de modo confiável e estável, em qualquer ambiente.

Uma maravilha, não?

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Integração contínua com Travis e Heroku

Fala galera, beleza?

Você ainda roda, de forma manual, bons e velhos scripts para por sua aplicação em produção? É chato ter que alterar os arquivos de configuração toda vez que precisa modificar o ambiente? Que tal descomplicar e deixar tudo isso automatizado de verdade? Tá parecendo venda de produto pirata né? Hehehe… Mas é só um post sobre integração contínua!

Vamos falar um pouco sobre como fazer integração contínua por meio do Travis-CI e realizando o deploy no Heroku. Como exemplo, vamos utilizar um sisteminha de Tarefas feito com Spring Boot e a camada de visão com AngularJS. Em um futuro não muito distante, falarei um pouco sobre as maravilhas do Spring Boot, mas, hoje, vamos focar nessa danada de integração contínua.

 

Integração Contínua

O que é? O que come? Para que serve? Veja no novo post do Gabriel Feitosa =)

Muita gente ainda se pergunta no que a integração contínua pode auxiliar no processo de entrega, mesmo se ainda trabalhar com a velha forma cascata  (sim, infelizmente ainda hoje tem muita gente entregando software assim).

Geralmente, associamos a integração contínua somente as metodologias ágeis. Afinal, foi por causa da necessidade de disponibilizar os softwares de maneira rápida, contínua e com qualidade, que se tornou indispensável integrar o que é produzido ao que é entregue.

Uma pergunta para responder em nossas cabeças: quando fazemos um bom trabalho, gostamos de ter um feedback/elogio do nosso chefe, ou não? Pois é, o nosso software também é sentimental. A integração contínua é a maneira mais prática de dar um feedback instantâneo para nosso sistema e, sem ser egoístas, para nós mesmos.

Funciona assim, faço meu código, depois dou o commit no repositório, o processo de build é iniciado, os testes são executados e, se houver falhas, elas serão expostas. Simples, rápido e sem dor. Opa, vão ficar sabendo que comitei sem rodar os testes, isso não é legal!!! Mas é CLARO que é legal meu amigo, já imaginou se você envia esse seu código para homologação e na hora do usuário testar ele não funciona ou se vai direto para produção? Seria muito pior, não?

Para nosso exemplo, vamos usar um repositório no Github. O Travis-CI irá escutar este repositório e sempre que houver mudança executará o processo de build e fará o deploy no Heroku.

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